Armani Privé – Haute Couture

I suggest you see every look before reading my review, which is after them . 
Sugiro que você veja todos os looks antes de ler meu review, logo abaixo das fotos.

Just like me, have you realize that this collection of Armani Privé wad lots of pants?
But it remains a collection of couture anyway?Of course.
And that’s a good thing? Neither good or bad, but it’s a great point to be noted
In recent seasons the couture as well as its users have been incorporating a lot of ready-to-wear .


In the last decade,naturally,the woman has been seeking trousers  for more formal events.
Moreover, the extremely limited group of couture consumers, despite not being directly affected by the crisis that runs the planet, they prefer , in these times, a little more discreet clothes, so as not to appear ostentatious, after all, ostentation is not classy at all.

Armani managed to balance this tendency with the usual elegance of couture, adhering to the collection a futuristic tone through the jackets with prominent shoulders , the mixture of light blue, lilac and snow.
The outfits looked very comfortable and even , which I believe is a bet for the next seasons, after all, for more than keep the elegance, nobody gets overdressed at 11 o’clock in the morning.
For evening, Armani Privé invested, mostly in the  “column” dress, the special detail was due to the gloss on black and navy blue and the tulle sometimes veiling  neck or shoulders. The organza was detected in the entire collection, as was the velvet, season’s starlet.
For these aspects the show marks the best of the season (so far).
And remember what I say , expect to see many Armanis in the next  red carpets.
Ps: The first looks’  berets were created by the designer Philip Treacy.

Assim como eu, você percebeu que essa coleção da Armani Privé veio repleta de calças??
Mas continua sendo uma coleção de couture mesmo assim?? Claro
E isso é uma coisa boa?? Nem boa nem ruim, mas é um ótimo ponto a ser observado
Nas últimas temporadas a couture incorporou muito do prêt-a-porter, bem como suas usuárias.
Na última década , naturalmente, a mulher vem buscando essa peça para eventos mais formais.
Além disso, o grupo limitadíssimo de consumidoras da couture apesar de não ser diretamente afetada pela crise que corre o planeta, prefere , nesses tempos, roupas um pouco mais discretas, de forma a não parecer ostensivo, afinal, a ostentação não é  nem um pouco fina.
Armani conseguiu equilibrar essa tendência com a elegância habitual da couture, aderindo à coleção um tom futurista, através das jaquetas com ombros proeminentes , da mistura de azul claro, lilás e gelo.
Os looks pareceram bastante confortáveis e alinhados , o que acredito ser uma aposta pras próximas estações, afinal, por mais que conserve a elegância, ninguém sai montada pela rua as 11 horas da manhã.
Para a noite, a Armani Privé investiu, majoritariamente, nos modelos de vestido “coluna”, o detalhe especial ficou por conta do brilho sobre o preto e o azul marinho e do tule que por ora velava colo ou ombros. A organza  foi evidenciada ao longa de toda a coleção, assim como o veludo que já é vedete da estação.
Por essas e outras elejo o desfile da marca o melhor da temporada ( até agora) .
E lembrem do que eu vos escrevo, espere para ver muitos Armani nos próximos tapetes vermelhos.

Ps: Os barretes dos primeiros looks foram criados pelo designer de chapéus, Philip Treacy.
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